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O que esperar da indústria de alimentos em 2021

Há uma frase famosa que diz que mudanças acontecem quando menos se espera. Ainda que muitos considerem essa expressão um clichê, a verdade é que ela se aplica perfeitamente ao que todos nós vivemos a partir de março de 2020. A chegada da pandemia ao Brasil impôs mudanças de comportamento que rapidamente se transformaram em novos hábitos de consumo, exigindo que diferentes indústrias corressem para se adaptar as novas e profundas mudanças no mercado consumidor - sendo isso duplamente verdadeiro no setor de alimentos.

No fechamento do segundo semestre do ano passado, mais da metade da população economicamente ativa estava fora do mercado de trabalho no país, considerando postos formais e informais, segundo dados do IBGE. Na outra metade, muitos brasileiros tiveram o seu salário reduzido, consequentemente limitando o seu poder de compra. Soma-se a isso o auxílio emergencial oferecido pelo governo a partir de abril e descontinuado a partir de janeiro deste ano.

É nesse cenário que fabricantes de alimentos e bebidas terão que navegar nos próximos meses. Com o poder de consumo de alguns extratos sociais bastante fragilizado, já é possível notar alguns consumidores alterando o seu padrão de consumo e dando preferência a produtos mais acessíveis. Para a indústria de alimentos, isso significa que um olhar atento a estratégias de precificação será cada vez mais importante, sobretudo no caso de produtos populares na cesta básica do brasileiro.

Porém, na outra ponta há um segundo grupo de consumidores menos impactados pela pandemia em termos financeiros e que tem demandado inovações da indústria. Neste caso, são pessoas buscando manter um estilo de vida saudável e que têm investido em produtos que de alguma forma contribuam para o bom funcionamento do corpo e para o fortalecimento do sistema imunológico, trazendo oportunidades importantes.

Não coincidentemente, já é possível notar nas gôndolas dos mercados mais produtos que se destaquem pelo maior valor nutricional, como bebidas com alto teor de proteína e bebidas lácteas enriquecidas com vitaminas e fibras. Essas são novidades que se juntam a outras que já estavam à disposição do consumidor, como produtos à base vegetal e chás funcionais, mas que agora ganham um novo impulso em virtude dos desafios e preocupações trazidas pela pandemia.

Nessa esteira, mesmo categorias maduras estão experimentando um novo ciclo de crescimento, a exemplo da água mineral. Segundo a Kantar, de janeiro a outubro de 2020, a categoria registrou expansão de 20% em volume consumido. A expectativa é que o bom desempenho se mantenha nos próximos 12 meses, havendo espaço para mais inovações, como o desenvolvimento de águas saborizadas ou o lançamento de novas marcas em tamanhos e tipos diferentes de embalagens.

Fora isso, na expectativa da campanha de vacinação no país e considerando o tempo necessário para imunizar uma parcela significativa da população, é preciso ter em mente que 2021 trará oportunidades e desafios similares ao que vivemos no último ano, ou pelo menos no primeiro semestre não devemos esperar um cenário muito diferente do que vivemos no ano que passou.








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